sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Os livros da nossa vida.



Saudações a todos.
Continuo a ler "Brisingr" do Paolini. Estou a adorar o livro mas devido à sua extensão ainda irei demorar um pouco a terminá-lo.

Como não quero estar tanto tempo sem ouvir novas da vossa parte gostaria muito que, se para aí estiverem virados, partilhassem comigo quais os vossos livros favoritos.
Seria extremamente interessante se explicassem o porquê da vossa escolha e dissertassem um bocadinho, mas não quero abusar. ;)

Enquanto escrevia este desafio fui-me apercebendo que não é de muito simples resposta mas o exemplo terá de partir de mim, por isso...

Quanto a escritores nacionais as minhas preferências recaem em "Os Maias" e "O Crime do Padre Amaro" (o livro, CLARO!) de Eça de Queiroz, "aparição" de Vergílio Ferreira, "O Ano da Morte de Ricardo Reis" e "Intermitências da Morte" de José Saramago, "Equador" de Miguel Sousa Tavares.
Tudo o que estiver associado a qualquer um dos "nomes" de Fernando Pessoa.

Relativamente aos "outros" as possibilidades são imensas e é muito difícil enumerar mas...
"O Conde de Monte Cristo" de Alexandre Dumas, "O Meu Pé de Laranja Lima" de José Mauro de Vasconcelos, O Reino da Noite de Robert Gaillard, "A Sombra do Vento" e "Marina" do Carlos Ruiz Zafón.
Tudo o que estiver assinado por Haruki Murakami.

Poderia mencionar muitos mais no entanto, estes, não podia deixar de nomear.

Penso que o "divisor comum" às obras que referi reside no facto de todas estas terem-me, de alguma forma, surpreendido.

Apenas duas me fizeram chorar.

Adivinhem quais...

Quero a caixa de comentários cheia!!

42 comentários:

Carla M. Soares disse...

Não consigo responder a isso!
Há tantos livros de que gosto por tantos motivos diferentes, tantos de que gostei em diferentes alturas da minha vida!
O que eu gosto mesmo é de ler e apreciar o que de novo - ou de bom, mesmo que não seja assim tão novo - me pode trazer cada livro em cada momento...

EstáVento disse...

Sei lá. Vai variando consoante a idade e aquilo que vamos aprendendo, não é? No entanto, estes serão sempre os favoritos: 'O Meu Pé de Laranja Lima', de José Mauro de Vasconcelos; 'A Cidade e as Serras', de Eça de Queirós'; 'Cem Anos de Solidão' de Gabriel Garcia Marquez. Assim de repente, fico-me por estes.

Ana

Anónimo disse...

Olá ! Deixa-me adivinhar... O Meu pé de laranja lima. De certeza! O outro... Vais ter de me dizer. Será que eu o li também?.Um BIG ABRÇ.

antónio ganhão disse...

Curioso, o meu livro preferido de Saramago é O Ano da Morte de Ricardo Reis. Muito pouco conhecido e ainda menos referido.

André Nuno disse...

Carla,
eu sei que é difícil. Tive dificuldades em nomear só estes.
No fim de ter escrito o post lembrei-me dos livros que lia em criança, "Uma Aventura..." e "Os Cinco..." que devorava constantemente.
Não pude deixar de sorrir.
Obrigado.;)

André Nuno disse...

Ana,
duas belas escolhas. "O Meu Pé de Laranja Lima", que é um dos meus eternos, e "A Cidade e as Serras" do eterno Eça.
O do Marquéz é, provavelmente o livro que mais odiei ler, desculpa dizê-lo, mas admiro sempre quem o elege como um dos seus favoritos. Só prova a grande subjectividade de tudo isto, não é?
Obrigado pela partilha.
;)

André Nuno disse...

Xôr Anónimo,
de facto "O Meu Pé de Laranja Lima" foi o primeiro livro que me fez chorar. Ainda sinto qualquer coisa forte cá dentro quando me lembro do puto e do Portuga...

O segundo não sei se leste. Revelo daqui a alguns dias, depois de dar oportunidade aos restantes leitores de arriscar um palpite.

Obrigado! Volta sempre!
Um abraço. :)

André Nuno disse...

António,
é um grande livro. Espanto-me que não seja mais conhecido dado que considero que é extremamente interessante.
Juntar a imaginação à melhor escrita de Saramago num personagem que tem aquele olhar do mundo característico de Fernando Pessoa é para mim delicioso.
Esbarrei com este livro quase sem querer num hipermercado, depois de o ter procurado, ainda que sem grande exaustão, confesso, em várias livrarias.

Um abraço.

Paula disse...

Eh lá, agora sim, pode-se comentar :)

Paula disse...

O livro da minha vida é "A Saga de um pensador" de Augusto Cury. Um livro bastante profundo e que nos toca de forma especial.
Depois deste livro, tenho vários preferidos :)
Ana Karenina, Guerra e Paz, O Físico,
Frankenstein. Já leste este último?
É magnifico, eu tinha uma ideia errada da história de Frankenstein. Tinha a ideia errada acerca do monstro e tudo isto devido aos filmes! A história real é bastante diferente! :D

Paula disse...

Quanto ao "Meu Pé de Laranja Lima" tenho -o aqui para ler há bastante tempo. Penso que chegou a hora não é?
:)

André Nuno disse...

Paula,
de facto não li o livro. Para te ser sincero, depois de tanto ver sobre o personagem, nunca pensei que valesse a pena.
Incluirei sem reservas nos livros a ler. (até tenho o livro e tudo...)
"O Meu Pé de Laranja Lima" faz parte daqueles livros que me marcaram, mas devo dizer-te que o li muito jovem. Dado que é uma obra que penso reler e esse facto poucas vezes acontece acho que irás gostar, Paula.

Obrigado pelos conselhos de âmbito técnico!
E mais obrigado ainda pelo comentário.
;)

tonsdeazul disse...

Xi tenho tantos! De várias fases da minha vida. Eça e Saramago são os meus escritores de sempre desde a adolescência, sendo que "Os Maias" é o tal de Eça e "Memorial do convento" o tal de Saramago. "O ano da morte de Ricardo Reis" vem logo a seguir, mas não iguala ao primeiro.
Depois autores portgugas mais recentes, gosto de José Luís Peixoto sou igualmente apaixonada pela sua obra toda, tal como aos anteriores. Gosto de Valter Hugo Mãe e David Soares (com a sua literatura mais "dark"). Outras obras portuguesas poderei referir também aqui como tendo gostado bastante "Os Livros Que Devoraram o Meu Pai" de Afonso Cruz, "a verdade dói e pode estar errada", de João Negreiros (gosto de toda a sua poesia), não esquecendo a de Fernando Pessoa e especialmente do seu heterónimo Álvaro de Campos. "Os Capitães da Areia" de Jorge Amado marcaram-me bastante. Li-o ainda adolescente.
Autores estrangeiros gosto bastante da literatura russa, Tolstói, Dostoievski e Gógol são o exemplo. "A sonata de Kreutzer", "Crime e Castigo" E o "Nariz" são as minhas obras escolhidas de cada um deles. Depois não abdico das obras de Camus, Calvino, Steinbeck e García Márquez. Todas as suas obras conseguem surpeender-me nos pormenores. Mas escolho "O Estrangeiro", "Se numa noite de inverno um viajante" e "As vinhas da ira" e "O amor em tempos de cólera", como os preferidos.
E pronto são tantos e tantos os livros lidos que não dá para escolher um e estes são apenas uma amostra de tantos outros.
Quando terminar hei de lembrar-me de muitos outros que não referi. :p

Paula disse...

Tons de Azul,
Muitos dos que referiste também são os meus preferidos :)
Há tanta literatura boa!

Offuscatio disse...

Eu acabo de ler "O ano da morte de Ricardo Reis" e encontro-me hipnotizada completo. É uma obra magnífica; qualquer palavra é pequena para descrever-la. Só tenho pena de já a descobrir tão tarde :)

André Nuno disse...

Tons de Azul,
que bela partilha. Talvez porque "Memorial do Convento" é tão comentado preferi sempre os outros títulos do autor. Nunca li... ;)
José Luis Peixoto e David Soares têm ambos livros que pertencem à minha lista de compras, já o valter hugo mãe não me convence...
Também gosto de Steinbeck e Camus, embora nunca tenha lido (ainda!) os russos e, como sabes, com Márquez tenho aquela embirração. ;P
Obrigado!

Offuscatio,
é mesmo um livro magnífico. Quando leio a maior parte dos livros do Saramago, consigo vê-lo. A sua marca é demasiado forte para não se sentir a sua presença. Estou a ler e o seu rosto surge por entre as brumas das palavras. Ele está lá. Com esta obra nem uma só vez o autor se imiscuiu na minha leitura. Foi como se estivesse a ler algo que, embora escrito por Saramago, tivesse sido "ditado" por outrém.
Não sei se fui muito claro... ;)
Quanto a ser tarde para o descobrires permite-me discordar... o que é o tempo para quem é eterno? :)
Obrigado pela visita!

Cristina Torrão disse...

Também chorei com "O Meu Pé de Laranja Lima" ;) (e, sim, também era bastante jovem; talvez precise de o reler).

Gosto muito de Eça e de autores ingleses do século XIX, como Anthony Trollope e William Thackerey, mas é um género de literatura para a qual, hoje em dia, pouca gente tem paciência.

Planeio ler mais Saramago, li o "Memorial do Convento" e "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" já há muito tempo. Gostei, mas não me encantaram. Pode ser, porém, que gostasse mais agora. Ou que outros títulos me agradem mais.

Por acaso, há muito que não leio um livro que tenha adorado mesmo! Tenho precisado de muito tempo para as minhas pesquisas, embrenhando-me nos livros do Prof. Mattoso e de outros historiadores. E, quanto ao romance histórico, ainda mais nenhum/a escritor/a me encantou tanto como Sharon Penman.

tonsdeazul disse...

Opá tive mesmo de voltar... Então não é que me esqueci do meu Cervantes?! Como foi que esqueci o "D.Quixote de La Macha"?!
Eu não disse que muitos outros iriam ficar de fora! ;) Mas este tive mesmo que vir aqui referir, porque é mesmo a não esquecer e de leitura obrigatória. :p

PAULA temos gostos em comum não há dúvida alguma! :)
ANDRÉ quando leres o "Memorial do Convento" logo me contas a tua opinião. Quanto a GGM não vou insistir. ;)

tonsdeazul disse...

Com a pressa até escrevi mal o título do génio, desculpem. Fica aqui a retificação à obra: "O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha", Miguel de Cervantes. :)

Carla M. Soares disse...

Como invejo quem consegue apontar assim os melhores da sua vida!
É claro que adorei boa parte dos que mencionam: A Cidade e as Serras foi um favorito durante algum tempo, Cem Anos de Solidão também, A Tenda dos Milagres de Jorge Amado, O Senhor dos Anéis, a Antologia Poética de Garcia Lorca, o Leaves of Grass do Walt Whitman, A Filha da Floresta de Juliet Marillier, e sempre, mais do que todos, o Monte dos Vendavais, que me apaixonou durante eternidades... mas assim que aponto estes lembro-me de tantos outros, portugueses e estrangeiros, antigos e recentes... e sei que nem todas as minhas escolhas aqui estão, nem podiam estar.
E sim, os Cinco?
E os livros de Julio Verne, que adorei aos dez, onze anos?
E Edgar Allan Poe? E Sir Arthur Conan Doyle? E os outros todos, que por serem nomes menores,não o são na minha conideração? Tanta coisa boa, tanta má...

André Nuno disse...

Cristina,
é um daqueles livros que não nos deixa indiferentes. Como já referi estou a pensar lê-lo novamente, com estes olhos que necessariamente são diferentes... ;) Será que a emoção divergirá?

Tons de Azul,
sim, claro que te dou a opinião. Tantos dizem tão bem dessa obra que parto já condicionado dicotomicamente. Parece-me bem que irei adorar ou então odiar...
Esse "Engenhoso" faz parte daqueles que, (madeira, madeira) não hei-de me ir sem o ler. :)

Carla,
viste como conseguiste? LOL
Não se pode pedir a uma mãe que indique o filho preferido. (passe o exagero) ;)
Tinha-me esquecido do Júlio Verne...

Acho que quero ler os meus livros de infância e adolescência todos de novo :/

Miguel Pestana disse...

É difícil fazer escolhas. Mas não é impossível.

Pois cá vai:
No que toca a literatura nacional, devo confessar que não é a que leio mais. Não posso deixar de mencionar «Ensaio sobre a cegueira» e «Todos os Nomes» de Saramago; «Os Maias» que foi o 2º livro que li e que "despertou" a minha paixão pelo mundo literário.

Estrangeiros:
«A Papisa Joana» é um dos meus livros favoritos. Li-o com o maior dos prazeres. Soube-me tão bem!
«O Monge que vendeu o seu Ferrari» é um livro que despertou-me imenso para o OUTRO lado das coisas;
«A Casa torta» da Agatha Christie. O melhor policial que li;
«O Perfume» de Patrick Suskind, porque os sentidos, principalmente o olfacto, é despertado quando o li.

Se fosse responder amanha, poderia escolher outros livros, mas hoje, foi estes que foram chamados para aqui!

Abraço

André Nuno disse...

Miguel,
os outros livros que referes nunca li, mas esses dois do Saramago, sim.
"Ensaio sobre a cegueira" é um dos meus preferidos do autor. Já "Todos os Nomes" confesso que não gostei muito... ;)
Obrigado pela partilha!
Abraço!

The scientist disse...

Bem.. este será um assunto sobre o qual não tenho muita dificuldade em opinar...
Ao nível da produção nacional não tenho dificuldade em apontar um clássico, "Os Maias", que li por duas vezes, a primeira das quais no liceu quando estive uma semana doente em casa (abençoada gripe!!!). Depois, o "Equador"... não posso dizer que tenha chorado, mas cheguei a ficar com uma lágrima no canto do olho. Foi esse que também te fez chorar?
No que se refere a literatura estrangeira, "A insustentável leveza do ser" do Kundera está no topo. Marcou um verão do fim da minha adolescência. Fiquei pasmada com a forma comom li em palavras, pensamentos que pensava serem intraduziveis para a escrita.
Tenho dito!
Continua!
Beijinho,
Ana

André Nuno disse...

Ana,
Falaste em Kundera, outro que me esqueci de mencionar...
"Equador" é uma obra fantástica, surpreendeu-me imenso a história, a qualidade da narrativa e da escrita. Não me parece que o livro tenha muito muito a ver com a imagem pública de MST. Também isso foi surpreendente. Quando depois li "Rio das Flores" e, sobretudo o "quase romance" "No Teu Deserto" comprovei sem margem para dúvidas que nem sempre a "capa" de alguém permite vislumbrar minimamente o que vai lá dentro.
Apesar de tudo isto não estava a pensar no Equador quando falei em chorar... Guess again. ;)
Obrigado pela visita.
Beijinho.

Paula disse...

André Nuno,
O Iceman deixou uma mensagem para ti no viajar ;)

André Nuno disse...

Paula,
vi mesmo agora. Já fui espreitar a sua sugestão. Gostei bastante e já lho referi.
Muito obrigado, por tudo, mesmo! :D

CMachado disse...

Olá a minha lista é: Os livros infanto juvenis da escritora estadunidense Laura Ingalls todos os 9...
E O Vento Levou (Margareth Michel).
A Peste (Camus)
O Véu Pintado (Willian Somerset)
os que eu lembro de início.
Ah O Mundo de Sophia
abç
Orquidea

André Nuno disse...

Orquídea,
desses que nomeou apenas conheço o Camus... :(

Obrigado pela partilha! ;D

Nuno Chaves disse...

Ora muito bem... embora com uns diazitos de atraso cá estou eu... bem para começar aposto na tuas lágrimazitas em Marina.
Quanto aos livros "da minha Vida" se me tivesses feiro essa pergunta à 15 anos atrás dir-te-ia sem sombra de dúvidas "As Brumas de Avalon" da saudosa Marion Zimmer Bradley. volvidos tantos anos e tantas leituras depois não sei se hoje encontraria amesma intensidade nas Brumas, de qualquer das formas ém uma história que se mantém nos lugares cimeiros das minhas preferências literárias.
Equador um livro que me marcou bastante, será uma história que jamais irei esquecer.
Os Três mosqueteiros, e o Conde de monte cristo são dois dos meus livros preferidos e dos que mais vezes li.
A volta ao Mundo em 80 dias é daqueles que por mais anos que passem nunca se deixa de gostar.
O Principezinho dos poucos livros que me fizeram verter umas lágrimazitas, um pequeno livro tão poderoso e que irá ficar para sempre.
O Livro das Ilusões e palácio da Lua de Paul Auster estão quase no topo do Bolo.
Salto Mortal de M.Zimmer Bradley
O Perfume de Patrick Suskind
O Carteiro de Pablo Neruda de Skarmeta.
Último acto em Lisboa de R. Wilson
A Sombra do Vento de Zafón
O Físico de Noah Gordon (a minha melhor leitura de 2011)
e também o ano passado O Remordo de Batazar Serapião de V.H. Mãe, que me derrubou pela surpresa e pela intensidade desta história.
Resumindo... não tenho " O Livro da minha Vida" tenho sim muitos livros que adorei e que voltarei a ler.
O Livro da minha vida esse ainda estará para vir.

André Nuno disse...

Nuno,
mas que fantástica lista. ;)
De facto a maior parte dos livros é temporal mas depois há sempre aqueles que não podemos deixar de mencionar e que vão ficando sempre, através dos tempos, na nossa memória com particular carinho.

Vamos lá revelar as lágrimazitas...
Confesso que não falhaste por muito, mas ainda assim não acertaste. Com "Marina", naquela parte que sabemos, estiveram nos olhos mas não chegaram a cair. Com o avançar da narrativa vamo-nos preparando. Além disso houve uma frase logo no início do livro que me marcou e estava ficou à espera do momento certo para a ver corporizada. Estou a falar do polícia que diz ao jovem Óscar que só foge para uma estação quem não tem para onde ir. (citado de memória). Quando Marina vai para onde foi vi logo a consumação do prenúncio... ;)
Vou revelar agora qual o livro que me fez chorar, depois de "O Meu Pé de Laranja Lima". Não foram lágrimas de tristeza, meu caro. Foram lágrimas de raiva. Choro da consolação da vingança e do esmagar dos inimigos. Foi cumprir-se um destino preparado e anunciado.
Chorei de raiva no "Conde de Monte Cristo". ;)
Um abraço!

CMachado disse...

Andre,
Valeu esse post, você e seus seguidores acrescentam e dividiram muito bem!
Adorei, falamos dos livros esses amados!
O livro agradece!
Peguei muitas dicas e relembrei de muitos maravilhosos, show!!
Abç
Orquidea

André Nuno disse...

Orquídea,
obrigado. Também gostei muito sobretudo por todos os amigos, incluindo vc, que aqui vieram deixar a suas opiniões, memórias e emoções. :)

Sem vocês isto não teria piada nenhuma.

Obrigado a todos.
Abraços!! ;D

Rita disse...

Olá André! :)

Tenho vários livros que guardo com um carinho especial.

"Para a minha irmã" de Jodi Picoult, por ter sido o primeiro livro que li da autora, que me deixou fã incondicional da sua escrita e das suas histórias e pela mensagem patente na mesma, que me tocou bastante, por mostrar que na vida nada é um dado adquirido, pois não sabemos o dia de amanhã e que o amor pode vencer qualquer barreira.

"Nunca me esqueças" de Lesley Pearse o primeiro romance histórico que li e que me transmitiu uma grande lição de vida, que devemos lutar sempre por nós e pelo que nos rodeiam e que a esperança deve ser sempre a última a morrer, pois com força de vontade conseguimos as coisas mais improváveis.

"Duna" de Frank Hebert, dentro da Ficção Científica, porque me lançou de modo mais pleno dentro do género que pouco conhecia e que se mostrou muito interessante, escrito por um autor brilhante.

"Sonho Febril" de George R. R. Martin, como fã de vampiros não conseguiria ficar indiferente a esta obra. Com a escrita sublime do Martin, as suas descrições fantásticas e personagens que não deixam ninguém indiferente, teria invariavelmente de se tornar um dos meus livros preferidos. :)

"Os homens que odeiam as mulheres" de Stieg Larsson pela escrita do autor e pelas emoções que me conseguiu transmitir ao longo da obra. Policial é um género que não conheço muito bem, mas este foi dos melhores que já tive o prazer de ler.

"A sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón pela sua escrita sublime, descrições fantásticas... Acredito que quem já leu algo deste incrível autor compreende a minha adoração. :D

"A rapariga que roubava livros" de Markus Zusak e "Pequena Abelhinha" de Chris Cleave porque ambos me surpreenderam com as suas frases mágicas, repletas de significado e personagens impressionantes. Ambos os autores me conseguiram fazer rir e emocionar e fizeram-me sentir que independentemente das vezes que leia os livros em questão, sentirei sempre a dor da narrativa e a gargalhada borbulhante que soltei da primeira vez. :)

Ainda poderia mencionar mais um ou dois, mas fico-me por estes...

Beijinhos e boas leituras. :)

André Nuno disse...

Rita,
que bela lista! Não li ainda grande parte dos livros que referiste mas sou um daqueles sortudos que já leu Zafón... ;)

Esse do Chris Cleave que descobri através do teu blogue entrou já na minha "lista de compras".

Obrigado pela visita e pelo comentário!

Beijinhos.

CMachado disse...

Não sei como tanta gente gosta dessa trilogia Milleniun (Os Homens que Não Amavam as Mulheres) Eu achei trágico, horrível, história super apelativa e pesada… Abuso ao extremo. Não gosto de livros assim.
Orquidea

Rita disse...

André, obrigada. :) Confesso que da tua lista li somente os do Zafón e nunca cheguei a ler na íntegra "Os Maias", embora tenha vários deles na minha wishlist...

Zafón é realmente fantástico. Daqueles autores que sentimos a partir do momento que lemos uma primeira obra sua, que iremos gostar de tudo o que sair da sua imaginação. :)

Espero que tenha sido uma boa sugestão e que gostes. :)

Orquídea, embora goste de livros mais emotivos, que nos transmitem algumas mensagens a ter em conta, também gosto deste género de livros em que nunca sabemos o que virá de seguida. Compreendo porque o considera algo pesado, mas gostei das desenvolturas e da dificuldade que senti em descobrir quem era o verdadeiro assassino, tendo achado as personagens principais bastante interessantes. :) Contudo, percebo o porquê de não ter gostado. É tudo uma questão de gostos...

Iceman disse...

Caríssimos,
só a discussão que eu perdi. :)

Sobre livros favoritos? Xi, são tantos!

Escritores nacionais? Pois bem, li quase toda a obra do mestre Eça e li quase tudo do mestre Saramago, penso que só a Viagem de Elefante me falta ler. Destes dois vultos, adorei os "Maias", "a reliquia", "O crime do padre Amaro", "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", "Memorial do Convento", "Caim". Gostei também do "Equador" do MST e gosto especialmente de José Rodrigues dos Santos, principalmente "A Filha do Capitão" que considero um dos grandes livros da literatura lusa. Adorei a Tetralogia "Uma História Privada" de Lusia Beltrão e destaco o jovem escritor David Soares e atenção a Cristina Torrão e João Paulo Oliveira e Costa.

Escritores estrangeiros? O meu preferido é Cormac McCarthy pela forma nua, crua e realista como nos narra as suas histórias. Um escritor que, pela sua obra, já merecia o Nobel. Tenho uma imensa paixão por Dostoiesvy e Tolstoi, sendo "Guerra e Paz" o meu livro preferido e "Crime e Castigo" o livro que mais mexeu comigo, chegando mesmo a ser doloroso a sua leitura tal o dilema que me colocou. Aprecio imenso Charles Dickens e um dos livros da minha vida é "Servidão Humana" de Somerset Maugham. o Segundo livro que me fez chorar, Ainda não leram? Corram a qualquer alfarrabista e comprem-no, pois merece ser idolatrado.

Tantos livros que gostei e que guardo no coração, mas apenas houveram três que me fizeram chorar. O segundo foi o mencionado "Servidão Humana" e o terceiro foi um livro que li umas três vezes e que está num lugar muito especial na minha estante, sempre à vista para que eu me recorde da sua mensagem: "Olhai os Lírios do Campo" de Erico Veríssimo. Uma jóia!

Iceman disse...

Ah, esqueci-me de Bernard Cornwell. Desse já li tudo, menos a série "Sharp" cuja paciência para tantos volumes é nula.

André Nuno disse...

Iceman,
enriqueceste este espaço com o teu prezado contributo, obrigado.
Do mestre Saramago li quase todas as obras com excepção do "Memorial do Convento". Na passada quinta-feira fui às compras para trazer cenouras. Trouxe o Memorial... ;) O que me valeu foi ter trazido também as cenouras senão a minha esposa dava cabo de mim. Já li "A Viagem do Elefante" e considero-o um dos menos conseguidos.
Esse livro do Maughan faz parte da minha lista de livros a adquirir, tenho muita curiosidade e lê-lo.
De Cormac Mcarthy vem a caminho "Nas Trevas Exteriores" e de David Soares chegará "A Conspiração dos Antepassados".

São muitos os livros e curta a vida...

Um abraço!

Wicahpis disse...

Será que ainda vou a tempo de falar de alguns dos livros "da minha vida"????

Um deles foi "Salto Mortal" de Marion Zimmer Brandley. Gostei também muito de "Para a minha irmã" de Jodi Picoult. Gostei muito do "Equador" de MST (o "Rio das Flores" não consegui ler).

André Nuno disse...

Wicahpis,
estás sempre a tempo! Pode-se dar o caso de daqui a algum tempo teres outros livros preferidos... Volta nessa altura também!! LOL

Nunca li nada da MZB mas tenho lido críticas muito positivas... talvez a inclua nas minhas próximas leituras.
De Jodi Picoult também não li nada...
Equador é, para mim um livro soberbo. A história é muito interessante e parece-me muuuuito bem escrito!
Também gostei do Rio das Flores... mas não podemos gostar todos do mesmo!